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quinta-feira, 12 de julho de 2012

ENCONTRO MISTRAL 2012

Estamos muito felizes e honrados em apresentar, após quase uma década, a sexta edição do Encontro Mistral — um evento original, que só acontece uma vez a cada dois anos, e que desde sua primeira edição tem inspirado tantos outros eventos de vinho no Brasil e afora.


O que continua a fazer do Encontro Mistral uma ocasião muito incomum é presença de tantos — mais de oitenta — dos mais prestigiados produtores de vinho de todo o mundo. E não são quaisquer 80 bons produtores. Em geral são os nomes que escreveram e continuam a escrever a história do vinho de alta qualidade em seus países e regiões. Com frequência estas vinícolas vêm representadas pessoalmente por seus proprietários e enólogos, embora muitas vezes não costumem participar nem mesmo dos principais eventos de vinho realizados na Europa. Vê-los todos juntos, apresentando seus vinhos e conversando com nossos clientes, é para nós um motivo de grande satisfação.

Os grandes nomes que participam do Encontro Mistral representam o que existe de melhor e mais autêntico no mundo do vinho. Eles são também as locomotivas que apontam o caminho a ser seguido pelos vinhos de qualidade nas próximas décadas. É a presença destes nomes todos — ao mesmo tempo originais, clássicos e inovadores — que faz do Encontro Mistral um evento tão difícil de ser reproduzido em qualquer parte do mundo.

OS PRODUTORES

Os grandes nomes que participam do Encontro Mistral representam o que existe de melhor e mais autêntico no mundo do vinho. É a presença de todos estes produtores de renome — ao mesmo tempo originais, clássicos e inovadores — que faz do Encontro Mistral um evento único, tão difícil de ser reproduzido em qualquer parte do mundo.

França•Itália•Portugal•Espanha•Grécia•Alemanha•Hungria•África do Sul•
Estados Unidos•Argentina•Chile•Uruguai•Brasil•Líbano•Áustria

Como nos anos anteriores, o número de ingressos por dia é muito limitado para que seja possível proporcionar as condições ideais para degustação dentro do salão, e para que os participantes tenham a oportunidade de conversar com os produtores. Reserve com antecedência. Não haverá venda de ingressos no local.

Preço: R$ 290,00 por dia de participação
Reserva e informações: (11) 3372 3400

SÃO PAULO
16, 17 e 18 de Julho
das 17h às 21h30
Hotel Grand Hyatt São Paulo

RIO DE JANEIRO
19 de Julho
das 17h às 21h30
Hotel Sofitel Rio

Fonte: Mistral

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Festival da Lagosta

O Keiretsu Sushi Bar A La Carte realiza o 1º Festival da Lagosta em Uberlândia. Acesse e concorra a 01 convite.
Dia 13/09/2011 - Somente com Reservas - Quantidade Limitada: 60 Lugares.
Valor Casal: R$ 150,00
Valor Individual: R$ 80,00
Cardápio:
  • Entradas - Combinados de sushis, sashimis e lagostins
  • Prato Principal - Três opções de Lagosta:
    • Lagosta Grelhada
    • Lagosta Gratinada
    • Lagosta no Vapor
Local: Keiretsu Sushi Bar A La Carte
Endereço: Rua Tiradentes, 216 - Bairro Fundinho - Uberlândia - MG
Fones: (34) 3224-5470 / (34) 3234-2805
www.keiretsusushibar.com.br
contato@keiretsusushibar.com.br

terça-feira, 23 de agosto de 2011

UMAMI: O quinto gosto

うま味

O quinto elemento: o gosto do cérebro
     Essa história de existirem apenas quatro gostos básicos sempre foi contra a intuição de que sentimos mais sabores do que isso. De fato, os japoneses bem que sabiam, há quase cem anos, que existe um quinto gosto, além dos tradicionais doce, salgado, azedo e amargo. Um gosto tão especial que o nome em japonês, de difícil tradução, acabou vingando também nas outras línguas: o UMAMI.
     Como explicar o que não podemos tocar, ver e só alguns conseguem perceber? O sentido Umami, ou o Quinto Gosto, é isso. Chamado também de realçador de alimentos, o Umami apareceu pela primeira vez em 1908, quando o pesquisador japonês Kikunae Ikeda percebeu esse gosto acentuado enquanto preparava um caldo de algas, que em japonês é chamado de kombu dashi.
     Traduzindo do nome japonês, umami é um gosto agradável transmitido pelo glutamato, um tipo de aminoácido, e ribonucleotídeos, incluindo inosinato e guanilato, que ocorrem naturalmente em muitos alimentos, incluindo carne, peixe, legumes e produtos lácteos. Como o gosto de umami em si é sutil e combina bem com outros gostos para ampliar e completar os sabores, a maioria das pessoas não reconhecem umami quando se deparam com ele, mas desempenha um papel importante fazer saborear a deliciosa comida.

     Quando os humanos comem, usam todos os seus sentidos (visão, audição, olfato, tato e paladar) para formar juízos gerais sobre o seu alimento, mas é o gosto que é  mais influente na determinação de como um alimento é delicioso. Convencionalmente, temos  o pensamento que o nosso sentido do paladar é composto de quatro gostos básicos, ou "primários", que não pode ser replicado pela mistura de qualquer uma das outras primárias: doce, sal, ácido e amargo. No entanto, sabe-se agora que o que  é realmente o quinto gosto primário: o umami.

Nível de Glutamato no tomate

     Apesar de descoberto em 1908, pelo professor e pesquisador, Kikunae Ikeda, da Universidade Imperial de Tóquio, o gosto só foi reconhecido pela comunidade científica em 2000. Pesquisadores da Universidade de Miami publicaram na revista Nature Neuroscience um estudo que comprovava a presença de receptores específicos presentes na língua, identificados como mGluRa, que conseguiam reconhecer o gosto umami.

     Basicamente três substâncias são responsáveis por proporcionar o quinto gosto básico, o ácido glutâmico, o inosinato e o guanilato, que podem ser encontradas naturalmente em determinados alimentos, sobretudo os ricos em proteína. Queijos fortes, carnes, sardinhas, leite, tomates e cogumelos são apenas alguns exemplos de alimentos que apresentam alto teor destas "substâncias umami". Além dos humanos, outros mamíferos, como cães e ratos, também são capazes de perceber o quinto gosto.

Primeiro encontro com o sabor

     O leite materno é, talvez, o primeiro encontro com sabor para nós. Dos 20 aminoácidos livres presentes no leite materno, o glutamato é o que se apresenta em maior quantidade, representando mais de 50% do total de aminoácidos livres. Sua presença pode interferir na aceitabilidade do gosto pelos recém-nascidos. A quantidade de glutamato no leite humano é praticamente 10 vezes superior àquela no leite de vaca.

     As quatro fotos a seguir ilustram as reações dos bebês após terem provado os gostos umami, doce, azedo e amargo. É nítida a expressão de satisfação após provarem um alimento doce, enquanto esboçam desagrado após consumirem os azedos e os amargos. Após provarem o umami na sopa de vegetais com adição de glutamato monossódico, eles apresentaram uma expressão tranqüila, semelhante àquela esboçada após o consumo de algo doce. Concluiu-se que os bebês também são capazes de reconhecer gostos diferentes, incluindo o umami. O gosto e o aroma do leite materno são influenciados pelo gosto e aroma do alimento consumido pela mãe. Durante o período de amamentação o bebê pode provar uma infinidade de gostos.


Fontes naturais de Umami

Carnes e aves (mg/100g)
Carne bovina
Porco                                    
107
122
Frango 76
Frutos do mar
Kombu                                 3190
Katsuobushi                         36
Vieiras  159
Atum  188
Caranguejo azul  43
Lula                                       146
Ostras  137
Carnes e aves,Frutos do mar
Mexilhão105
Cavala215
Lula                                       146
Camarão  43
Vegetais
Shitake                    150
Enoki cogumelo                    21
Tomates                    246
Aspargos verdes                    49
Milho                    106
Ervilhas verdes                    106
Cebolas                    51
Batatas                    102
Acelga                    100
Vegetais
Outros
Queijo emental               308
Queijo parmesão       1200
Queijo cheddar       182
Chá verde                       668
Shoyu               780
Ovo               60






Queijo,Leite
Fonte: Umami Information Center, Sociedade Brasileira de Neurociência, Lilian Satomi (Sadia) e Ajinomoto

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Premiação do Keiretsu Sushi Bar

Aconteceu ontem na sede da Algar Mídia, um café da manhã promovido pelo Jornal CORREIO de Uberlândia para os jurados do Concurso Gourmet, publicado na Revista Viver Bem, que circulou na sexta-feira (29) no jornal. No encontro também foi entregue um certificado aos vencedores do concurso.

Alexandre Rangel e Bruno Rocha Pereira, do Keiretsu recebem o troféu de Jurema Martinez

Fonte: Correio de Uberlândia

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Concurso Gourmet do Jornal Correio


O Keiretsu Sushi Bar é eleito pela revista Viver Bem (Jornal Correio) o melhor restaurante japonês de Uberlândia. Da comissão julgadora formada por vinte convidados especiais, nove indicaram o Keiretsu Sushi Bar como o melhor da categoria: Danillo Camargos (arquiteto), Eliane Garcia (executiva), Beth Vanass (socialite), Sônia Sampaio (colunista), entre outros.

A pré-inauguração do Keiretsu A La Carte será dia 04/08 quinta-feira a partir das 19:30 hs. Teremos a presença de 50 clientes, sendo 10 sorteados pelo Twitter: 05 para a pré-inauguração e 05 para a inauguração os demais serão por reservas. Para participar basta mencionar ou retuitar que quer conhecer o Keiretsu A La Carte.
Siga o e fique por dentro das novidades e promoções do melhor da culinária japonesa de Uberlândia.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Capas para iPhone4 e Réplicas de comida

É um trabalho artesanal e surpreendente!
A loja Strapya de Kanagawa está vendendo essa deliciosa novidade:

A primeira capinha é de dezembro, trazendo um bolo de natal de tema. Para o verão, nada mais refrescante: raspadinha com calda de morango, leite condensado e uma tangerina.
Claro que não poderia faltar o tradicional Sushi!

 Réplicas de comida

Dia 5 de agosto no Senac Aclimação, Hiromasa Sugamori fará uma palestra gratuita com demonstrações sobre réplicas de comida. Dono da Sugamori Laboratory - Industrial Arts Food's Model, ele procura transmitir com as réplicas o máximo de realismo caprichando nas texturas.


Senac Aclimação (Rua Pires da Mota, 838 - inscrição antecipada enviando nome completo e telefone para o e-mail: info@fjsp.org.br)
As palestras acontecerão também em Manaus (29-30/07), Belém (01/08) e Recife (03/08).
Veja mais em: Japan Foundation SP

Fonte: Strapya , Sugamorie Laboratory e Japan Foundation São Paulo

sexta-feira, 22 de julho de 2011

土用丑の

No Japão moderno,  todo mundo come unagi no Doyo-no-ushi-no-hi (土用の丑の日). Este ano é em 21 de julho, mas ocorre um dia entre meados de julho e início de agosto. A enguia é uma iguaria deliciosa rica em  vitaminas do· grupo B , vitamina A, vitamina E, colágeno, proteína e DHA por isso pode se dizer que ela é eficaz na prevenção da perda de apetite e dar resistência para combater o calor escaldante do verão.

Desenvolvimento histórico - Coma enguia no dia do boi
O velho calendário do Japão utilizou o sistema de zodíaco chinês com um ciclo de 12 anos, a cada ano sendo nomeado após um dos 12 animais (rato, boi, tigre, coelho, dragão, serpente, cavalo, carneiro, macaco, galo, cão e javali) .

Doyo: Entre cada uma das quatro estações do ano tem um período chamado doyo (土用) que tem 18 dias de duração. O período doyo entre o verão e outono (meados de julho a início de agosto) é a época mais quente do ano e a unagi dá uma resistência para o organismo.
Ushinohi: Os dias da semana também foram nomeados com os mesmos 12 animais e ushi-no-hi, literalmente, significa "dia do boi. Dependendo do ano, pode haver um ou dois dias do boi durante o verão.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O segredo de uma das comidas mais saudáveis, variadas e bonitas do mundo.

'Não me preocupo com dieta no Japão', diz repórter

O correspondente da Rede Globo na Ásia, Roberto Kovalick, conta que comida saudável é o segredo para boa forma dos japoneses.


Indisponivel/Indisponivel

Roberto Kovalick e os sabores da comida japonesa

Na última sexta-feira (4), o Globo Repórter foi até o outro lado do mundo para descobrir os segredos da alimentação do Japão, o país onde se come bem sem engordar. Depois do programa, o jornalista Roberto Kovalick bateu um papo com os internautas aqui no site e falou mais sobre a comida e os costumes dos japoneses. Ele contou que os hábitos alimentares são tão saudáveis que ele sequer precisa fazer dieta para manter o peso. Segundo o repórter, a falta de espaço é um dos principais motivos para a boa educação, já que as pessoas acabam tendo que conviver muito próximas umas das outras. O correspondente da Rede Globo na Ásia revelou ainda que, em questão de boemia, os japoneses não deixam nada a dever aos brasileiros.

Confira alguns trechos do bate-papo.

Comida brasileira e japonesa

“Gosto da comida japonesa tanto quanto da brasileira. Em termos de sabor, são completamente diferentes. No Japão, a gente tem que se acostumar um pouco com o gosto. Quando saio para jantar com amigos que vêm aqui, eles estranham muito. Eu também estranhei no começo. As diferenças nos sabores são muito sutis, então, temos que acostumar o paladar. Agora, a comida japonesa é mais saudável. Para se ter uma ideia, aqui eu simplesmente não me preocupo em fazer dieta. Quando morei nos Estados Unidos, vivia de dieta para manter o peso. Como naturalmente e chego ao peso ideal.”

Café da manhã

“O café da manhã é uma repetição das outras refeições e é composto, de modo geral, por oito a dez pratos. Mas o arroz e um peixe cozido ou grelhado são básicos. O interessante é que às vezes a gente olha o café e acha que é pouca comida. Mas, depois que comemos, passamos a manhã inteira sem sentir fome e com energia para trabalhar. Além disso, a refeição é extremamente saudável. É muito bem balanceada. O carboidrato é de arroz integral, que demora para ser digerido.”

Metódicos

“Os japoneses são muito metódicos e precisos, não pode ter nada fora do lugar. E isso se reflete em todos os aspectos da vida deles, inclusive na comida. Se você reparar, verá que todas as comidas são separadas em pequenos pratinhos. Eles não misturam tudo. Há um pratinho com arroz, outro com peixe e outro com a sopa. Tem sempre uma lógica e beleza por trás do prato.”

Bebida e noite

“A vida noturna aqui é ainda mais intensa que no Brasil. Eu moro em um bairro boêmio. Às vezes gravo uma matéria para o Jornal Nacional em uma rua perto da minha casa e, se você reparar, ela está lotada de táxis pegando pessoas em bares. O pessoal aqui sai de segunda a sexta, porque eles gostam de sair com os colegas de escritório. As pessoas moram em apartamentos pequenos, às vezes de 13 metros quadrados, então gostam de ficar na rua. Os japoneses têm dois momentos durante o dia. De dia, são metódicos, falam baixinho. À noite, no bar, é uma farra. Todo mundo grita, bebe e se diverte. Chego a ver gente jogada no chão de tanto beber. O curioso é que, mesmo quando bebe, o japonês é contido e respeitoso. Às vezes estou gravando e aí vem um grupo de bêbados falar comigo. Quando digo que estou ocupado, pedem desculpas e vão embora. As pessoas preferem passar os fins de semana com a família, mas, nos outros dias, como dizemos no Brasil, as noites de Tóquio bombam!”

Frutas

“As frutas brasileiras não são conhecidas aqui. Na verdade, fruta aqui é um negócio complicado. As frutas são absurdamente caras. Um motivo para isso é que os japoneses são muito cuidadosos com plantio de frutas. Do Brasil, importam muito pouco, porque têm medo de que entrem certos tipos de doença que não existem no Japão. As frutas nos mercados são perfeitas, deliciosas, mas caras. O melão aqui pode custar até R$ 400. Um morango custa R$ 7. O que fazemos é aproveitar a estação. Agora, por exemplo, é a estação da tangerina, então ela está barata. Os japoneses dão frutas como presente. Se você quiser dar um presente para uma pessoa doente, você não leva flores, leva frutas.”

Estresse

“Na aparência, os japoneses não são muito estressados. Eles estão sempre sorrindo, são muito ‘zen’. Mas a verdade é que são estressados, sim, só não demonstram, conseguem lidar com isso de alguma forma. Eles trabalham muito e têm muitas responsabilidades. Para construir essa sociedade que se tem hoje, é preciso muito trabalho. Há muita cobrança pelo êxito e pelo sucesso.”

Respeito

“Aqui existe uma maneira específica de ver o mundo. Jamais se perturba uma pessoa, a sua presença tem que ser sempre agradável, conveniente e suave. Dá para ver isso até no metrô, onde as pessoas sentam sem cruzar ou esticar a perna para não perturbar quem está ao lado. Creio que a origem disso tudo é a falta de espaço. Como você não tem nem pode ocupar muito espaço na sua casa, acaba tendo que conviver com outras pessoas, então, precisa ser agradável com elas. O resultado é que os japoneses valorizam o sorriso.”

Hospitaleiros

“Fui muito bem recebido aqui. Os japoneses são extremamente educados e respeitosos em todas as circunstâncias. No interior, são mais efusivos, mas lá existe a dificuldade de comunicação, porque nem todo mundo fala inglês. De forma geral, aqui no Japão sou muito mais bem recebido do que eu era nos Estados Unidos, por exemplo, embora não tenha nada contra os americanos.”

About

Esse paulistano criativo e ousado, trouxe do Japão uma profunda experiência da cultura que ajudou a enriquecer seus conhecimentos sobre a culinária japonesa.